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Dânia de Paula Souza

Minha história:

Educação, Cultura, Comunicação e Tecnologia, os eixos fundamentais do IDP, tem como como complemento 

Acolhimento

Empatia e Simpatia

Qualidade das Tarefas

que são os azeites para rodarem e tais ‘azeites’ têm bases na história da Dânia de Paula: estudou em escolas públicas e fez magistério, o que tinha muito orgulho. Iniciou sendo tutora de uma família no bairro de Lourdes (os Nietzsche, sim, os descendentes do filósofo, chique, não?) e cuidava dos três filhos do casal de médicos. Tinha mesmo aquelas funções estilo noviça rebelde, pois ajudava nas lições de casa, mas também nas brincadeiras, e viajava com a família, sendo bem quista por ela, mesmo muitos anos depois. Formou-se em Publicidade e Propaganda e se especializou em Mídia, atuando em diversas agências em Minas Gerais. Voltou ao magistério a começar a dar aulas no ensino superior em várias escolas. Foi daquelas professoras de fala calma, tranquila, e que envolvia e se envolvia com os alunos (na sua despedida, dezenas de ex-alunos foram prestar homenagens).

 

Portanto, tinha essas três coisas muito importantes no trato com os seus pupilos: acolhimento, empatia (quando já havia passado por situações parecidas), simpatia (quando exercia sua compaixão) e cobrava(se) muito a qualidade das entregas, ela mesmo muito minuciosa e detalhistas em todas as suas próprias atividades. Corrigia vírgulas, colocava observações nos trabalhos. E, melhor, saia com seus alunos para butecos, estabeleceu amizades com eles pós formatura e por aí vai. Em 2007, depois de uma experiência em uma pequena empresa de eventos (adorava fazer eventos!), abrimos uma escola de acompanhamento e reforço escolar e levou para lá as mesmas características, agora também acolhendo dois novos tipos de públicos: os pais e os monitores (muitos deles que ajudou na entrada da vida acadêmica e em questões pessoais e, portanto, adorada por eles).

 

Adotava os alunos, visitava as escolas para defendê-los, mas também lhes puxava a orelha, e tinha uma compaixão enorme por eles e por suas famílias, pois os problemas de aprendizado eram muito mais decorrentes do que passavam em domicílio do que algo pedagógico. Conversava horas com os pais, os professores, as coordenadoras das escolas, os monitores, fazia lembrancinhas em dias das mães, dos pais, das crianças... bem, acho que deu pra entender, não é?
 

Dânia também adorava viajar! Amiga dos amigos, mãe severa, esposa divertida e companheira, filha cuidadosa. Mas era uma guerreira, que em 19 anos de tratamento do câncer NUNCA reclamou de nada e estava sempre disposta. Ajudou inúmeras pessoas com câncer, com aconselhamento e acolhimento. Era vaidosa, mas sem os exageros de ostentação. Nunca se preocupou com a perda dos cabelos, mas amava suas peruquinhas estilo anos 1920. Sempre gostou da boemia. E sempre cuidou muito da sua família. Amava cultura cult do tipo Beatles, Caetano, Lulu Santos, Jorge Bem Jor, muito Belchior, clube da esquina, Frida Kahlo, Beth Boop... e era atleticana sem ser fanática, mas uma ótima torcedora.

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